Férias parte II – Santarém – Alter do Chão – Monte Alegre

Dia 6

2014 foi definitivamente um dos piores anos da minha vida. Não aconteceu nada de especificamente horrível, mas eu não estava bem. Enquanto eu estava no vôo de Brasília para (finalmente!) Santarém, decidi dar uma lida na minha revolução solar de 2014. Todos os anos eu compro a minha revolução solar, que é uma técnica de previsões baseadas no mapa de nascimento. E eu esqueço que preciso ler essas coisas constantemente e não só na hora em que as recebo. Minha revolução de 2014 eu li só em janeiro de 2014 e depois ralei o cu nas ostras, comi o pão que o diabo amassou e não me passou pela cabeça dar uma olhadinha nela novamente.

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E ali, logo antes de chegar ao lugar onde esqueci meu coração 18 meses atrás, resolvi abrir o tal pdf e lê-lo. Para tentar entender tudo o que me aconteceu desde o dia em que fui embora de Santarém até aquele momento, em que estava retornando. Quase vendo Santarém embaixo de mim, naquele momento em que senti que poderia encontrar de novo alguma paz, caí no choro.

Eis que 2014, meu 32º ano no mundo, foi o ano de Escorpião. Ano de finalizações. Ano de Fênix, de renascer das cinzas. Ano de decisões profundas, radicais. Ano de morrer. E nascer de novo, mas morrer. De solidão, de esforço contínuo, de enfrentamento. E de repente, tudo fez sentido. Tudo o que eu passei.

O vôo de Brasília para Santarém não fazia escala em Manaus como da outra vez. A parte triste de não fazer escala em Manaus foi não ter visto o Amazonas, o Solimões, o Negro. Não ter ficado com aquela cara de besta admirando toda aquela água. E praticamente nem o Tapajós eu vi. Tudo bem, o veria pessoalmente.

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Cheguei em Santarém as 14h30. A Néia, dona do hotel onde eu fiquei, foi me buscar no aeroporto. Parece que ter chegado em Santarém me lavou a alma, tudo que eu estava sentindo em casa e que mantive comigo no Rio, angústias, preocupações, medos, saudades de pessoas, tudo passou quando coloquei os pés em Santarém e senti aquele calorzão que tão pouca gente gosta.

A tarde fui bater perna pelo centro, tomei suco de cupuaçu, caldo de cana e comi as maravilhosas bananas fritas. Da outra vez eu não tinha gostado do suco de cupuaçu, acho que estava apaixonada demais por taperebá para dar atenção a essa maravilha! O caldo de cana aqui é marrom escuro e mil vezes mais doce do que em casa. E a banana, bem, a banana é aquela, da terra, totalmente diferente das bananas de casa, e que eu amo de paixão. Essa “refeição” custou $ 7,00.

Suco de cupuaçu, caldo de cana, banana frita.

Suco de cupuaçu, caldo de cana, banana frita.

Aproveitei para ir ao mercado CR, na Rui Barbosa, comprar uns mantimentos básicos para cozinhar no próprio hotel. E fiquei horrorizada com os preços. Os industrializados (macarrão, milho em conserva, molho de tomate) são basicamente o mesmo preço. Goma de tapioca, 1kg a vácuo (diferente da nossa, mais sequinha e fina, bem mais fácil de peneirar), $ 5,00. A variedade de frutas e verduras era ridícula. Naquele mercado tinha apenas tomate, cebola, cenoura, batata suja e xuxu, tudo mais de $ 3,00 o quilo. Frutas tinha banana (nem vi o preço pois estavam verdes demais), abacaxi (única coisa barata, $ 3 a unidade) e maçã (quase $ 7,00 – mas desde quando maçã na Amazônia?!?). Comprei sabonete Carimbó, não resisti ao slogan.

O ritmo do seu banho

O ritmo do seu banho

De volta ao hotel, fiz a janta, duas tapioquinhas. O que a gente chama simplesmente de tapioca em Blumenau é a tapioquinha aqui. Mas fiz elas tão grandes e grossas que poderia muito bem chamar de tapiocona. Gosto de tapioca borrachenta mesmo. Deitei um pouco para digerir tudo aquilo e quando acordei fui, finalmente, para o Massabor, na orla, comer meu amado tacacá azedo ($ 9,00).

Tacacá azedo com suco de taperebá

Tacacá azedo com suco de taperebá

Já falei do tacacá aqui? Provável, jamais deixaria de mencionar essa maravilha da culinária do Norte que aparentemente nenhum turista gosta, só eu. Tacacá foi o que eu comi na minha primeira noite em Santarém quando vim aqui pela primeira vez, e desde então é minha comida “regional” preferida e a coisa que eu mais sinto saudades, já que é impossível fazer tacacá em Blumenau. No fundo da cuia vai uma gosma de tapioca, em cima disso um caldo feito de tucupi (que é um resíduo da moagem da mandioca brava), folhas de jambu e camarão. No meu caso, peço sem o camarão. Tem duas opções, o tacacá azedo e o doce. Como sou dessas de não mexer em time que tá ganhando, nunca provei o doce, só o azedo.

Uma volta pela orla, re-conhecer a área, uma sensação maravilhosa, e caminha dormir.

Dia 7

No dia seguinte, acordei feliz da vida, corri meus 5K, voltei para o hotel, super café da manhã – banana e mamão hawaii. Aliás, mamão hawaii é uma coisa delicinha que eu também nunca encontro em Blumenau.

Depois de descansar um pouco, lá fui eu de novo bater perna pelo centro, parar na mesma barraquinha (a primeira do calçadão), tomar o mesmo suco de cupuaçu e comer a mesma banana frita. Comprei meu chip da Vivo pra ter meu número de telefone santareno. TIM aqui é uma bosta – como é em qualquer lugar do país, mas aqui no Norte é especialmente mais bosta. Mas além da TIM ser uma bosta e não pegar em lugar nenhum, eu estou com um plano horroroso que me dá uma franquia de internet diária minúscula. E eu não guento ficar com internet só nas primeiras horas da manhã e não poder ficar fazendo check-in em cada lugar que eu paro e atualizar facebook e mandar fotos pras amigas. Então decidi ser Vivo também. O tal chip novo até o presente momento não funcionou.

Finalzinho da tarde decidi ir para a Praia de Maracanã. Peguei um mototaxi ($7,00) e fui. E não fiquei nem um pouco surpresa com o quanto a praia é linda. E estava deserta, só pra mim. Melhor parte.

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Na hora de pegar o mototaxi para voltar pro centro de Santarém, uns caras me pararam no caminho para perguntar se eu era estrangeira (pergunta básica) e pediram para bater uma foto comigo porque eu era muito linda. Aham. Paraense tudo baixinho, saca só:

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Dia 8

Dia 27, dia de treinar 12K de manhã. O que já me deu uma indisposição porque como eu não estou mais acostumada a correr tanto sabia que isso iria acabar com o meu dia – como acabou com o meu dia da última vez, no Rio. Mas fui. As calçadas em Santarém são uma ofensa à qualquer ambição de acessibilidade. As calçadas, quando existem, são super irregulares, os meios-fios são muito altos (a maioria com mais de 30cm de altura), e com inúmeros empecilhos, como postes, árvores, buracos… Se Blumenau já é ruim nesse ponto, não consigo imaginar como um cadeirante consegue viver por aqui. Ou mesmo mamães com seus carrinhos de bebê.

Não pense que Santarém é uma maravilha só porque eu sou perdidamente apaixonada por essa cidade. Provavelmente qualquer um de vocês que viesse passar uns dias por aqui não entenderia o meu amor. Mas amor é aquela coisa, né? Tem razões que a própria razão desconhece.

Conforme previsto, depois dos 12K caí morta e não quis/consegui fazer mais nada o dia inteiro. Fiquei rolando na cama entre sonos e cochilos até criar vergonha na cara e finalmente aceitar o convite de uma amiga para ir para Alter do Chão.
Rute é amiga do amigo de uma amiga que nem amiga é. Essas coisas cósmicas que acontecem graças aos 7 graus de Kevin Bacon. Um dia recebo um email da lista da Insurgência (PSOL) de uma mulher chamada Meg se apresentando, dizendo ser nova na Insurgência e de Belém. Eu, que em geral sou super irresponsável com emails de listas de discussão, por acaso li esse. Imediatamente mandei e-mail para ela dizendo que logo estaria em Belém e quem sabe poderíamos nos encontrar?

Conversa vai conversa vem falei dos meus roteiros e quando eu disse que viria para Santarém ela disse que o cara que divide apto com ela tinha uma amiga em Santarém e ele iria entrar em contato comigo para passar o contato dela. Dito e feito. Na matemática final esse contato com a Rute foi o que transformou minhas férias nessa coisa maravilhosa.

Consegui o telefone dela e começamos a trocar mensagem mais de um mês antes da minha vinda. As duas super empolgadas cheias de planos. Ela trabalha no IBAMA aqui e também tem uma lojinha de artesanato na orla.

Então hoje foi o dia de superar a preguiça e ir conhecer a Rute. Antes disso fui escolher e comprar a minha rede. Na segunda barraquinha onde parei o vendedor era tão mas tão insistente (desesperado???) que não me deixou sair sem uma rede dele. Eu também não sou nenhum exemplo de pessoa-que-sabe-dizer-não, então caio fácil nas artimanhas de vendedores. Eu cheguei a pedir umas quatro vezes: moço, por favor, posso só dar mais uma volta pra ver outros modelos e cores pra ter certeza que quero essa mesmo? Essa rede vai ser minha companheira de muitos anos e muitas viagens, é uma decisão importante, preciso ter certeza.

Não. Daí me mostrava outra, perguntava o que eu não tinha gostado nessa e naquela, baixava o preço… Eu estava de olho em uma laranja com preto lindona que tinha visto em outra barraca uns dias antes, mas acabei ficando com a rosa-branca-preta da barraquinha dele mesmo. Mas não tenho do que reclamar, essa rede é lindimais.

Voltei pro hotel, arrumei a mochila – já com a rede!!!! – e fui caminhando até a loja da Rute, que estava me esperando. Fomos para Alter, que fica pouco mais de 30km do centro de Santarém. Chegando lá, conheci a Jaqueline e a filha dela, Maysa, duas Acreanas que também estavam hospedadas na casa da Rute.

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Nos arrumamos (ou seja, botei um vestido e minhas havaianas) e fomos para um barzinho na praça principal de Alter. Onde tinha wi-fi, mas não o suficiente para fazer qualquer coisa que prestasse. Mas lá encontramos o guia que nos levaria para a SERRA DA PIROCA na manhã seguinte!

Dia 9

Com muita, extrema dificuldade, acordamos as 6h30 para encontrar o guia as 7h e irmos subir a “serra”. Aqui qualquer morrinho eles chamam de serra, acho engraçado (só não acho mais engraçado do que eles falarem costa ao invés de costas). Então, a tal Serra da Piroca na verdade é o morro da Piroca. Que aliás já mudaram de nome, talvez achem que piroca não seja exatamente um nome legal pra qualquer coisa. Eu acho legal.😀

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Fizemos a subida eu, Jaqueline e Maysa, em 50 minutos. E o visual de Alter do Chão visto lá de cima é absolutamente maravilhoso!!! Toda a majestade do Tapajós… E os lagos… E a ilha de Alter… Impossível não se apaixonar. Sol escaldante lá em cima, o que não nos impediu de ficar pelo menos uma hora curtindo o visual.

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Descemos, tomamos banho – nós não tínhamos ido com bikini por baixo da roupa, mas foda-se, entramos de soutien mesmo. E a água delicinha, bem quente, o rio tava um espelho e consegui até dar umas braçadas. Saudades natação!
Voltamos para casa e fiz contato com o guia que me receberia em Monte Alegre, o próximo ponto da minha viagem.

Monte Alegre foi um destino totalmente inusitado no meu roteiro. Eu nem sabia que essa cidade existia. Quando eu estava planejando a viagem, decidi conhecer todas as cidadezinhas próximas a Santarém. Queria muito conhecer essa região como a palma da minha mão. Entrei no site da hidroviária Tapajós para ver os preços e horários das lanchas para as tais cidades e tem uma seção do site onde abre o mapa com as rotas operadas por eles. Todas as cidades a esquerda de Santarém eu tava ligada da existência, mas não sabia dessa pro lado direito. Guglei. Vi essa foto do Parque Estadual e me bastou. Incluí no roteiro.

Chegando de volta a Santarém, fui direto para a hidroviária e embarquei na lancha para Monte Alegre. A chegada na cidade é um pouco assustadora, tudo muito velho, mal cuidado, sem pintura, painéis caídos… Pouco tempo depois que eu cheguei, o guia, Roberto de Deus, foi me buscar na hidroviária, de moto.

Aliás, se tem uma coisa que eu posso falar sobre TODA essa minha aventura na Amazônia, a coisa é a seguinte: conheça Monte Alegre. Mas conheça Monte Alegre COM O ROBERTO. Peça o telefone dele para mim. Foi uma experiência tão incrível, foram dois dias tão maravilhosos que não consigo escolher palavras. Mas também não preciso, as fotos falam por si só.

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Ele me levou até a casa de uma amiga dele, a Suaiden, que me hospedaria as duas noites que passaria em Monte Alegre. Fui, como sempre sou aqui, muitíssimo bem recepcionada. Claro que, também como sempre acontece, tive que encarar os olhares horrificados pelo fato de eu ser vegana. Todas as perguntas de sempre: mas nem peixe? E a proteína? E camarão? Mas por que isso? O que você come afinal? Tudo bem, já estou expert em responder essas perguntas. Acabo ficando um pouco constrangida porque as pessoas querem me receber bem e logo entram em pânico, a Suaiden perguntou umas quatro vezes meu Deus do céu, o que eu vou dar pra essa menina comer? E eu me sinto mal, não quero que as pessoas saiam das suas rotinas pra me agradar, já estou ali hospedada contando com a boa vontade dos outros, tudo o que eu não quero é causar transtorno. Pedi cents vezes pra ela não se preocupar, que eu como o carboidrato que tiver, arroz, macarrão, batata. Salada aqui não é nada nada comum mesmo. Peixe, farinha, arroz e deu.

Na janta me enchi de arroz e eles comeram vários vários tipos de peixe e adivinha? Carne de jacaré. Cheirei o negócio e parecia muito cheiro de carne de frango, mas não experimentei. Depois da janta o Roberto me levou de moto para um city tour. A cidade é pequena, bem pequena. Na real pequeno é o centro urbano, né, porque como quase todas as cidades aqui na Amazônia, Monte Alegre é enorme em território. Visualmente me lembrou Alenquer, mas Alenquer é um pouco mais fofinha no sentido de bem cuidada. Ele me mostrou todos os pontos turísticos, Monte Alegre é conhecida como a cidade dos mirantes, então qualquer rua que você entra sobre uma ladeira e lá em cima tem alguma vista incrível do Rio que banha a cidade ou de algum lago. 038

Paramos na praça da igreja na cidade alta e lá estava tendo um esquenta para o show de rock que teria no dia seguinte. E, óbvio, amei. Meu tipo de festa, meu tipo de bar. A banda estava tocando Raul Seixas, e justamente a minha música preferida.

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Não poderia ser melhor, pena que logo eu tinha que ir dormir pois o dia seguinte seria longo!

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4 comentários sobre “Férias parte II – Santarém – Alter do Chão – Monte Alegre

  1. “Re-conhecer a área” (???) Kkkkkkkk… imaginei vc fazendo xixi em todo canto, hsauhasuhsauha. (tá, parei).
    Achei hiper engraçado o nome da Serra e não me arriscaria passar nem perto😛
    Mas que lindas essas fotos com barquinhos e ilhinhas com árvores embaixo d’água e zás! Eu pegaria uma rede, amarraria nessas árvores e passaria o dia lendo e aprecisando esse ligar maravilhoso! Imagina o som, o cheiro, o vento❤

    • To relendo o post agora que já estou aqui e putz que tristeza me deu… Você tem que ir conhecer Alter-Do-Chão com urgência, alguns ambientalistas estão dizendo que com a construção ds hidrelétricas do Tapajós periga a praia se acabar.

  2. Olá Georgia
    Mais uma vez seu post serviu para me ajudar a programar minha aventura pela Amazonia.
    Infelizmente não terei muito tempo para ver com o mesmo detalhe que você viu.
    Estou programando ir de Portugal direto para Belém. Depois de 3 dias em Belém ir de carro 4×4 até Santarém para poder passar por perto de Altamira e fazer um pouco da Transamazónica e ver a zona da hidroeléctrica.
    Ficar em Santarém 4 dias para conhecer a zona, incluindo Alter do Chão.
    Subir o Amazonas de Barco até Manaus e ficar lá 5 dias para conhecer a zona e visitar alguma aldeia indígena.
    Depois ir para SC para passar os resto das férias com uma família conhecida.
    Estou programando a viagem para agosto de 2017, se até lá se conseguir ultrapassar a questão do Zica.

    Qua você acha da aventura? É perigoso passa por Altamira? já me falaram que sim. Tem mais alguma dica para ajudar minha programação? Pensei ficar em Alter do Chão em lugar de Santarém. Que você acha?

    Obrigado

    • José!
      Parece que você quer fazer turismo de destruição né? Eu não tenho interesse nenhum em ver essas hidrelétricas horrorosas que tão acabando com a amazônia, assassinando índios, explorando ribeirinhos, etc etc etc. Quero mais é passar longe.
      Mas enfim.
      Acho legal a ideia de ir de carro, as estradas podem ser ruins mas acho que não são muito perigosas não, mas o asfalto é de má qualidade.
      Eu sou suspeita para falar de Santarém, porque é minha cidade preferida NO MUNDO. Então eu diria para você se hospedar em Santarém mesmo. Mas Alter do Chão é maravilhosa, o cenário é paradisíaco e tem outras praias próximas, então talvez valha a pena ficar por lá.
      Agosto é um mês ótimo para vir, é verão. Estive em Santarém-Belém em agosto de 2015 e foi maravilhoso. Não recomendo de jeito nenhum vir entre janeiro e março pois é época de chuvas intensas.
      Altamira é uma cidade perigosa mas acho que não tanto criminalidade urbana. É só se manter longe de confusão que tá tudo bem.
      Sobre Manaus e a aldeia indígena, recomendo você já ter TUDO acertado antes de vir. É praticamente impossível encontrar essas oportunidades depois que já estiver em Manaus, tudo leva tempo, exige autorização, é o conhecido que tem que conversar com o amigo do primo do tio do cacique da aldeia, as respostas demoram, então… A não ser que você queira fazer aqueles programas turísticos onde você paga uma fortuna e assiste uma apresentação maquiada para turistas, daí tudo bem, mais fácil, e qualquer agência de turismo tem esses passeios.

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